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	<title>Cine Magister XXI</title>
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		<title>Alexandre</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 20:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Filmes # - A - B - C]]></category>

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		<description><![CDATA[de Oliver Stone - 2004 Neste épico histórico, Oliver Stone nos apresenta a vida e glória de Alexandre, o Grande, sua infância e adolescência (instruído por Aristóteles); sua assunção ao trono da Macedônia, após o assassinato do seu pai, o Rei Felipe, o Caolho. Aos poucos, vislumbramos sua ânsia de conquistar o mundo, com a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=45&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:medium;"><strong></strong>de Oliver Stone <strong>- </strong>2004</span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;"><img src="http://www.telacritica.org/alexander.jpg" border="1" alt="" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;"><br />
Neste épico histórico, Oliver Stone nos apresenta                    a vida e glória de Alexandre, o Grande, sua infância                    e adolescência (instruído por Aristóteles);                    sua assunção ao trono da Macedônia, após                    o assassinato do seu pai, o Rei Felipe, o Caolho. Aos poucos,                    vislumbramos sua ânsia de conquistar o mundo, com a vitória                    sobre Dario, o Persa, na batalha de Gaugamela; a conquista da                    Babilônia e sua incursão expansionista através                    da Ásia Menor e Índia. O que Stone nos apresenta                    em <em>Alexander</em>, é um Alexandre intrépido,                    verdadeiro espírito globalista, que busca expandir os                    valores do helenismo e atingir os limites do mundo. Alexandre                    enfrenta a incompreensão dos pares, imersos em sentimentos                    paroquiais e ambições mesquinhas. Oliver Stone,                    que escreveu o roteiro juntamente com Christopher Kyle e Laeta                    Kalogridis, relata a história através dos olhos                    envelhecidos de Ptolomeu (interpretado por Anthony Hopkins,                    grisalho e de túnica branca), general-historiador, que                    foi general-confidente de Alexandre e está ditando suas                    memórias na Biblioteca de Alexandria. O diretor e roteirista                    Stone fez uma escolha problemática: optou por dar um                    enfoque psicológico exagerado ao personagem heróico,                    mais do que em destacar o sentido histórico-politico                    de suas atividades expansionistas (Alexandre contribuiu para                    abrir os horizontes do comércio da Antiguidade ao expandir                    as fronteiras do helenismo para o Oriente próximo). Talvez                    por isso, a ênfase em sua dimensão existencial:                    o bissexualismo, destacado em demasia através de seu                    relacionamento intenso com seu amigo de infância Hephaistion;                    e a relação de amor e ódio com a mãe                    Olympia, interpretada por Angelina Jolie (até sugerindo                    uma estranha explicação psicológica para                    sua ânsia expansionista: a fuga íntima de Alexandre                    da matriarca dominadora). Entretanto, o importante seria apreendermos                    a mensagem do filme para o nosso tempo, tempos de crise estrutural                    do capital e de impasses geopolíticos (e culturais) do                    Ocidente expansionista. Talvez o Alexandre de Oliver Stone,                    interpretado por Colin Farrel, seja o Alexandre da “globalização”,                    tão intrépido, quanto frágil, com sua glória                    contingente sendo uma alegoria complexa dos impasses expansionistas                    da civilização do capital (por exemplo, a candente                    questão do “choque de civilizações”,                    Ocidente <em>versus</em> Oriente, que está colocada no                    cenário da geopolítica mundial hoje, está                    pressuposta na narrativa histórica de Alexandre). Afinal,                    uma das formas de compreendermos o tempo presente, seria elaborarmos                    interpretações sobre o tempo passado. Drama histórico                    com destaque para cenografia exuberante das batalhas da Antiguidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align:justify;">Mais informações, acesse: http://www.telacritica.org</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/45/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/45/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=45&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pão e Rosas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 20:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[de Ken Louch (2000) As irmãs Maya (interpretada por Pilar Padilla) e Rosa (Elpidia Carrillo), são trabalhadoras migrantes, de origem mexicana, em situação ilegal, empregadas de prestadora de serviço de limpeza de um prédio comercial no centro da cidade de Los Angeles. O destinou colocou Sam (Adrien Brody), ativista sindical, no caminho de Maya. Ele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=44&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:medium;">de Ken Louch (2000)</span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#ffffcc;font-size:medium;"><img src="http://www.telacritica.org/paoerosas.jpg" alt="" width="350" height="233" /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:small;">As                    irmãs Maya (interpretada por Pilar Padilla) e Rosa (Elpidia                    Carrillo), são trabalhadoras migrantes, de origem mexicana,                    em situação ilegal, empregadas de prestadora de                    serviço de limpeza de um prédio comercial no centro                    da cidade de Los Angeles. O destinou colocou Sam (Adrien Brody),                    ativista sindical, no caminho de Maya. Ele convence a jovem                    de Tijuana a apoiar e participar da campanha de organização                    sindical dos faxineiros contra a exploração dos                    patrões. Os trabalhadores faxineiros recebem salários                    miseráveis, não têm assistência médica,                    nenhuma proteção trabalhista e ainda suportam                    um patrão abusivo. O tema de <em>Bread and Roses</em>,                    de Ken Loach, é a luta contra a precarização                    do estatuto salarial do contingente de trabalhadores subcontratados                    do setor de serviços que, nas últimas décadas,                    cresceu bastante nos EUA e nos paises capitalistas. São                    trabalhadores assalariados sem tradição de organização                    sindical, constituído por proletários imigrantes,                    muitos deles ilegais, sem direitos, e disponíveis para                    a superexploração do capital. Devido a tal situação                    de espoliação de direitos, a luta proletária                    incorpora um largo espectro de contingência, assumindo,                    deste modo, a bandeira da justiça social. Enfim, busca-se                    constituir um patamar mínimo de direitos sociais capaz                    de dar-lhe um lastro moral para lutas sociais e políticas                    de maior envergadura. Além disso, tal bandeira de agitação                    tende a ser adequada ao nível de consciência de                    classe contingente de tais proletários ainda imersos                    em expectativas de mercado. A bandeira de luta por Justiça                    não põem em questão o sistema do capital,                    expressando, portanto, os limites (e alcances) da luta dos proletários                    precários.<br />
</span></p>
<p align="justify">&#8212;-</p>
<p align="justify">Mais informações, acesse: http://www.telacritica.org</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/44/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/44/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=44&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Patch Adams &#8211; O Amor é Contagioso</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 20:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Filmes P - Q - R - S]]></category>

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		<description><![CDATA[de Tom Shadyac -1998 Um estudante de medicina, Hunter “Patch” Adams, interpretado por Robin Williams, começa a usar amor, carinho e alegria como armas para ajudar pessoas hospitalizadas. Entretanto logo irá se confrontar com as práticas médicas institucionalizadas, despertando desconfiança e ciúme dentro da classe médica. Baseado em história real, Shadyac, no estilo de Hollywood, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=43&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:small;">de Tom Shadyac  -1998<br />
</span></p>
<p align="center"><img src="http://www.telacritica.org/patchadams.jpg" alt="" width="350" height="233" /></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:small;">Um                    estudante de medicina, Hunter “Patch” Adams, interpretado                    por Robin Williams, começa a usar amor, carinho e alegria                    como armas para ajudar pessoas hospitalizadas. Entretanto logo                    irá se confrontar com as práticas médicas                    institucionalizadas, despertando desconfiança e ciúme                    dentro da classe médica. Baseado em história real,                    Shadyac, no estilo de Hollywood, apresenta as vicissitudes do                    herói empreendedor americano, que enfrenta o establishment                    corporativo – no caso a corporação médica,                    eivada de poder e prestigio. Hunter “Patch” Adams                    praticou a contracultura na profissão médica,                    criando o Instituto <em>Gesundheit</em>. Embora Shadyac não                    expresse com clareza, Adams traduziu, em sua metodologia médica                    o espírito de uma época (os anos 60, a década                    da contracultura). O estilo populista, autonomista e criativo                    traduz um traço da cultura americana primordial, dos                    Pioneiros que colonizaram a América e que hoje ainda                    no imaginário de Hollywood. </span></p>
<p align="justify">&#8212;&#8211;</p>
<p align="justify">Mais informações, acesse: http://www.telacritica.org/</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/43/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/43/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/43/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=43&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pai Patrão</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 19:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas & Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes P - Q - R - S]]></category>

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		<description><![CDATA[de Paolo e Vittorio Taviani - 1977 Baseado numa história real, este contundente drama mostra a trajetória de Gavino, um menino que é obrigado pelo pai, interpretado por Omero Antonutti, a abandonar os estudos para trabalhar no campo, cuidando das ovelhas na Sardenha, sul da Itália. Todas as suas tentativas de mudar de vida são [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=42&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:xx-large;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:xx-large;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:xx-large;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;font-size:xx-large;"><span style="font-size:medium;"></span><span style="font-size:small;">de Paolo e Vittorio Taviani </span><span style="font-size:small;">- 1977</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#ffffcc;font-size:small;"><img class="aligncenter" src="http://www.telacritica.org/paipatrao.jpg" alt="" width="350" height="233" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:small;">Baseado                    numa história real, este contundente drama mostra a trajetória                    de Gavino, um menino que é obrigado pelo pai, interpretado                    por Omero Antonutti, a abandonar os estudos para trabalhar no                    campo, cuidando das ovelhas na Sardenha, sul da Itália.                    Todas as suas tentativas de mudar de vida são frustradas                    pela ignorância e pela violência do patriarca. Com                    o tempo, o jovem Gavino, interpretado por Fabrizio Forte, descobre                    sua única saída: estudar. Ter a arma que seu pai                    não possui: a cultura. Drama contundente que retrata                    a forma primitiva de estranhamento e opressão milenar:                    a do patriarca, senhor da Vida e da Morte no seio da família,                    instituição primordial da sociedade humana. No                    caso, o pai oprime o filho, buscando nele força de trabalho                    servil na atividade de pastoreio. Por isso, castra toas as possibilidades                    de desenvolvimento humano de Gavino. O estranhamento é                    imposto pelo próprio pai, assumindo caráter ancestral,                    quase-natural, ligado a formas tradicionais de opressão                    social. Os Irmãos Taviani expõem o conflito entre                    disposições ancestrais primitivas, quase da Natureza                    inculta, em plena época da modernidade do capital. É                    através da reapropiação da cultura que                    Gavino irá buscar uma saída para seu estranhamento                    primordial. O pai, como a Natureza, é superado, mas não                    eliminado, como sugere a cena final. Ele persiste como memória-hábito,                    no gesto da vigília cadenciada no pasto</span><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:small;"><span style="font-size:x-small;"><a href="http://www.telacritica.org/letraP.htm#topo"><br />
</a></span></span><span style="font-family:Georgia,Times New Roman,Times,serif;color:#000000;font-size:small;">(2005)</span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;-</p>
<p style="text-align:justify;">Mais informações, acesse: http://www.telacritica.org</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/42/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/42/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/42/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=42&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Caçador de Pipas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas & Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes # - A - B - C]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma adolescente brasileira pergunta à mãe: que há sobre o filme O caçador de pipas? A mulher responde de imediato: belo filme sobre amizade de crianças, em Cabul. Verdade. Trata-se de uma película, que conta a história emaranhada de dois meninos unidos por estreitos laços de profunda amizade e separados por profundas diferenças raciais: Amir, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=40&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-41" src="http://cinemagister.files.wordpress.com/2008/05/finv15drkkite_45.jpg?w=470" alt=""   /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Uma adolescente brasileira pergunta à mãe: que há sobre o filme <em>O caçador de pipas</em>? A mulher responde de imediato: belo filme sobre amizade de crianças, em Cabul. Verdade. Trata-se de uma película, que conta a história emaranhada de dois meninos unidos por estreitos laços de profunda amizade e separados por profundas diferenças raciais: Amir, o menino rico, vivido por Zekeria Ebrahimi, pertence à etnia pashtun, dominante no Afeganistão; Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada), filho de Ali, fiel criado do pai viúvo de Amir, é um hazara, minoria xiita de origem mongol. Constituem o terceiro maior grupo étnico do país e se espalham, também, pelo Paquistão e território iraniano, mas são descriminados e considerados escravos ou servos dos demais afegãs.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No entanto, do diálogo escutado entre as duas mulheres, há muito a acrescentar. <em>O caçador de pipas </em><em>The kite runner</em>) vai além. Dirigido por Marc Forster (o mesmo de <em>Em busca da terra do nunca</em>), em 2007, esse drama norte-americano baseia-se no <em>best seller</em> do afegão Khaled Hosseini. Livre das controvérsias que rondam adaptações de livros ao cinema, apesar de condensar o lindo romance de Hosseini em 122 minutos, não deturpa a essência. Ao contrário. Lida bem com a narrativa complexa do livro e explora os momentos mais profundos, que se passam em três longas décadas.</span> (</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De início, o Afeganistão da década de 70. A tônica, a amizade dos garotos. A paixão por pipas e por contos, que um lê ou simplesmente inventa e o outro escuta (por sua condição de analfabeto) traz à tona universos distintos. E mais, revela a fidelidade-submissão de Hassan e a covardia de Amir, vinda do sentimento de rejeição que sente diante do pai Baba (Homayoun Ershadi), cuja mulher morre ao dar a luz ao filho. E é essa covardia quase insana que impede sua reação frente a estupro cometido contra o amigo, que lutara tão-somente por ele. É essa mesma covardia que o faz viver uma vida de culpa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A seguir, a invasão dos soviéticos e as atrocidades então cometidas no país, forçam a fuga de Baba e Amir para os EUA. O pai reinicia heroicamente a vida do zero. Amir gradua-se e persegue seu sonho de escritor. Nesse meio termo, casa-se com uma afegã, e enfrenta, com coragem, a doença e morte do pai. Por fim, anos 90, a alegria do primeiro livro editado é interrompida pela notícia de que precisa retornar à terra natal. É a chance única de resgatar a bondade e pagar o preço da traição a Hassan&#8230; Enfrenta os horrores de uma nação destruída por incessantes guerras e por atrocidades indizíveis do regime Talibã, agora dono absoluto dos destinos do povo afegão. Salva da destruição o filho do amigo, e descobre, então, Hassan como seu irmão por parte de pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De fato, <em>O caçador de pipas</em> nos faz ver as drásticas mudanças dessa gente. Evidencia o peso de preconceitos raciais. Denuncia as atrocidades cometidas em nome de deuses cruéis e vingativos. Porém, demonstra a possibilidade de afetos, que ultrapassam vida e morte. É sempre tempo e há sempre espaço para o amor. A força de <em>O caçador&#8230;</em> também se faz sentir nas reações que acompanharam as gravações e seu lançamento. Ainda que recorrendo a atores de Cabul, por motivos de segurança, a película foi filmada na China e algumas cenas, nos EUA.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Agora, quando da divulgação e de seu êxito mundo afora, os atores mirins são retirados às pressas do Afeganistão para evitar perseguições, diante da proibição rigorosa do filme. O Governo alega que semeia imagem negativa do país. Alegamos, nós, leitores de Khaled Hosseini e espectadores de Marc Forster, que <em>O caçador de pipas</em> semeia sentimentos nobres. Afinal, amor, amizade e redenção são tópicos vivenciados por seus personagens em meio à beleza de pipas que empinam e lutam com bravura multicolorida para se manter em céus nem sempre coloridos ou nem sempre azuis.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;color:#000000;font-size:small;">Maria das Graças TARGINO é jornalista e pós-doutora em jornalismo pela Universidad de Salamanca / Instituto Interuniversitario de Iberoamérica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mais informações, acesse: http://marcos.mazo.nom.br</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/40/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/40/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/40/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=40&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Rainha</title>
		<link>http://cinemagister.wordpress.com/2008/04/19/a-rainha/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 15:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas & Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes P - Q - R - S]]></category>

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		<description><![CDATA[RESENHA CRÍTICA &#8220;A RAINHA&#8220; por Rodolfo Lima &#8211; Jornalista, ator e crítico de cinema - e-mail: dicaspravaler@yahoo.com.br A RAINHA &#8211; (Foto Divulgação) CRÍTICA &#8211; A RAINHA &#8211; Assim como Philip Seymour Hoffman e “seu” Truman Capote, Mirren despontou como melhor atriz em 2006 e abocanhou os principais prêmios cinematográficos do ano pela sua interpretação da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=37&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="style15" align="center"><span style="font-weight:700;font-size:x-small;"><a href="Nenhum"></a>RESENHA CRÍTICA &#8220;</span><span style="font-weight:700;"><span style="font-size:x-small;">A RAINHA</span></span><span style="font-weight:700;font-size:x-small;">&#8220;</span><span style="font-size:x-small;"><br />
</span><em><span style="font-size:x-small;">por Rodolfo Lima &#8211; Jornalista, ator e crítico de cinema -<br />
e-mail: <a href="mailto:dicaspravaler@yahoo.com.br">dicaspravaler@yahoo.com.br</a> <a href="mailto:ademir@cranik.com"><br />
</a><a href="Nenhum"><img class="aligncenter size-full wp-image-38" src="http://cinemagister.files.wordpress.com/2008/04/arainha.jpg?w=470" alt=""   /></a></span></em><br />
A RAINHA <span style="font-size:xx-small;"> &#8211;  (Foto Divulgação)<br />
</span></p>
<p class="style15" style="text-align:justify;"><strong>CRÍTICA &#8211; A RAINHA</strong> &#8211;  Assim como Philip Seymour Hoffman e “seu” Truman Capote, Mirren despontou como melhor atriz em 2006 e abocanhou os principais prêmios cinematográficos do ano pela sua interpretação da Rainha Elizabeth 2°. Sua interpretação contida e o viés humanizado do roteiro, fizeram com que toda a frieza da monarquia inglesa viesse abaixo com as nuances na composição de personagem feita por Miller.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">A Academia parece aprovar e “coroar” atores que interpretam pessoas reais. Foi assim com Hilary Swank (Meninos Não Choram &#8211; 1999), Reese Whiterspoon (Jhonny e June &#8211; 2005), Forrest Whitaker (O último Rei da Escócia -2006), Cate Blanchett (O Aviador -2004), Nicole Kidman (As Horas -2002) &#8211; só para citar alguns. Embora o roteiro de Peter Morgan não seja baseado em diálogos reais – se trata de uma suposição – a personagem é grandiosa por si só.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">A mulher dividida entre o conservadorismo da monarquia, a modernidade e as jogadas da mídia, revela um sistema falido que se sustenta, sabe-se Deus por que. A república pode funcionar na prática, mas o que o filme de Stephen Frears (Sra Henderson apresenta) mostra, é um sistema “capenga”. No fundo, o filme é uma crítica declarada. Para que serve uma rainha nos dia atuais?</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">O filme examina os dias após a morte da Princesa Diana, desafeto declarado da família real, o poder da mídia – nas decisões da realeza &#8211; e a manipulação de quem esta no poder. O jogo armado para que a monarquia não contrarie seus súditos, só revela a hipocrisia de quem detém o poder. As jogadas de Tony Blair é outro excelente exemplo do poder da manipulação das palavras.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">A referencia que há entre a morte de Diana e o animal que a rainha visualiza durante um passeio pela sua propriedade é o grande momento do filme. A rainha está fragilizada com a pressão, se comove com um animal, porém é incapaz de fazer o mesmo pela sua ex-nora. O restante da família de Diana não faz diferença: os filhos de Diana não aparecem e Charles é nada menos que uma peça no jogo.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">A Rainha não é um filme arrebatador e sua interpretação não é perturbadora como a professora de Judi Dench (Notas sobre um escândalo), que merecia tanto quanto ou até mais que Mirren, a estatueta. O filme é antes de tudo uma grande hipótese sobre uma realidade baseada em aparências.</p>
<p><strong>Título Original</strong>: The Queen<br />
<strong>Gênero</strong>: Drama<br />
<strong>Duração</strong>: 97 min.<br />
<strong>Ano</strong>: Inglaterra/França/Itália &#8211; 2006<br />
<strong>Distribuidoras</strong>: Miramax Films/Europa Filmes<br />
<strong>Direção</strong>: Stephen Frears<br />
<strong>Roteiro</strong>: Peter Morgan<br />
<strong>Site Oficial</strong>: <a href="http://www.thequeen-movie.com%20target=/">www.thequeen-movie.com</a></p>
<p class="style15" align="center"><a href="Nenhum"><img class="aligncenter size-full wp-image-39" src="http://cinemagister.files.wordpress.com/2008/04/arainha2.jpg?w=470" alt="" /></a><br />
Cena do filme <em>A RAINHA</em> &#8211; Foto Divulgação.</p>
<p class="style15" align="center"><strong>Crítico</strong>: <strong>Rodolfo Lima</strong> &#8211; Jornalista, ator e crítico de cinema &#8211; e-mail: <a href="mailto:dicaspravaler@yahoo.com.br">dicaspravaler@yahoo.com.br</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/37/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/37/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=37&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A IDÉIA DO DOCUMENTÁRIO (*)</title>
		<link>http://cinemagister.wordpress.com/2008/04/19/a-ideia-do-documentario/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 14:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos & Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[by Roberto Braga (*) Tradução livre e resumida dos principais tópicos do capítulo 9 de: MAKING DOCUMENTARY FILMS AND REALITY VIDEOS. Barry Hampe. New York: Henry Holt and Company, 1997. (Tradução: Roberto Braga) O planejamento do documentário começa com a idéia do documentário. E a idéia do documentário pode começar com nada mais do que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=36&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">by Roberto Braga</p>
<address>(*) Tradução livre e resumida dos principais tópicos do capítulo 9 de: MAKING DOCUMENTARY FILMS AND REALITY VIDEOS. Barry Hampe. New York: Henry Holt and Company, 1997. (Tradução: Roberto Braga)</address>
<p style="text-align:justify;">O planejamento do documentário começa com a idéia do documentário. E a idéia do documentário pode começar com nada mais do que um vago impulso em alguma direção.</p>
<p style="text-align:justify;">Por exemplo, eu soube que alguns dos semáforos de pedestres em minha cidade ficam acesos por apenas quatro segundos. Outro dia, quando eu tentei atravessar uma avenida com um desses semáforos de quatro segundos, quase fui atropelado. Então um pensamento passou pela minha cabeça. “Eu gostaria de ter uma câmera para filmar isto e mostrar na prefeitura”.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez esse impulso cresça até tornar-se forte o suficiente para resultar em um documentário sobre a segurança dos pedestres, ou os engenheiros de tráfego incompetentes, ou os maus motoristas. Ou talvez não. Fazer um documentário requer tempo, energia e dinheiro. Então a idéia do documentário deve ser importante o suficiente para você colocar tempo e energia para conseguir o dinheiro e fazer o trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">O CONCEITO DO DOCUMENTÁRIO</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia do documentário é um tipo de noção sobre o que será o filme e sobre o que poderá ser mostrado na tela na edição final do filme.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha idéia sobre fazer um filme sobre o que acontece num semáforo pode resultar em vários diferentes documentários. Como eu estou interessado em comportamento, eu provavelmente colocarei a idéia inicial em termos da filmagem do comportamento do pedestre e dos motoristas nos semáforos. Mas há a questão dos semáforos de quatro segundos. Então, eu quero descobrir por que isso é permitido e qual a razão disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode ser que se mostre que as pessoas responsáveis não percebem que quatro segundos é pouco demais para um semáforo. Eles podem vir com um discurso dizendo que estão certos, e que quatro segundos é mais do que suficiente para se atravessar uma rua.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse caso a idéia do documentário e o resultado do filme podem guinar na direção de mostrar a insensatez dos burocratas.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode ser que no curso da pesquisa e da filmagem do problema do semáforo, um grupo da comunidade tente chamar a atenção dos políticos para que eles corrijam a situação. Então o documentário pode se voltar para o processo de tentativa de correção de uma situação errada, envolvendo o governo e sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse ponto, o que começou com um pensamento casual sobre documentar uma situação estúpida começou a tornar-se o tipo de filme que eu gosto: um documentário sobre o comportamento humano.</p>
<p style="text-align:justify;">Por que você quer fazer este documentário?</p>
<p style="text-align:justify;">No workshop da Associação Internacional do Documentário em 1944, Mitchel Block, um professor da Universidade do Sul da Califórnia falou sobre a idéia do documentário. “Eu considero que todos os trabalhos” ele disse “sejam eles de ficção ou não-ficção, são feitos por uma dessas duas razões: para fazer o bem ou para fazer dinheiro”.</p>
<p style="text-align:justify;">Qual é a sua razão?</p>
<p style="text-align:justify;">Os melhores documentários são indubitavelmente feitos por que o documentarista simplesmente desejava fazê-los. Mas não há problema algum em ganhar dinheiro. Só que se você pretende fazer documentário para ganhar dinheiro você enfrentará uma dessas questões:</p>
<ul>
<li>Qual é o mercado para este tipo de documentário?</li>
<li>O que este mercado está comprando?</li>
<li>Como eu posso fazer meu projeto se atraente para este mercado?</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">No entanto se você que r fazer um documentário porque tem um desejo incontrolável de fazê- lo, as questões importantes são um pouco diferentes:</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;">O que eu quero mostrar?</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;">O que eu preciso mostrar?</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;">Quanto custará fazer isto?</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;">Como eu posso levantar recursos suficientes para fazer esse documentário?</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>CONSTRUINDO O CORPO DE TRABALHO DO DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Você consegue colocar o conceito do documentário em poucas palavras?</p>
<p style="text-align:justify;">Sol Worth costuma pedir a seus alunos de cinema que começassem o processo de planejamento de seus documentários com a seguinte frase: “Eu quero fazer um filme sobre&#8230;”. Ele sempre pedia que escrevessem isso em no máximo 100 palavras. Era um bom treino de disciplina, especialmente para estudantes graduados que estavam mais acostumados a escrever muitas páginas do que um só parágrafo. Mas isto também é realista.</p>
<p style="text-align:justify;">Você deve ser capaz de escrever a estrutura da idéia de seu documentário em duas ou três sentenças.</p>
<p style="text-align:justify;">Tente. Se você tem uma idéia para um documentário, veja se pode colocá- la em cem palavras ou menos.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui está a minha: Eu quero fazer um documentário sobre&#8230;<br />
&#8230; o porquê de minha cidade ter semáforos de pedestres que só acendem por quatro segundos. As autoridades estão alarmadas com o aumento dos atropelamentos que, segundo elas, não deveriam acontecer se os pedestres atravessassem no semáforo. Eu mostrarei que os semáforos em muitas das avenidas acendem por somente quatro segundos! Eu mostrarei que os motoristas dobram a esquina sem olhar se vem pedestre, o que faz dos cruzamentos os lugares mais perigosos para se atravessar.</p>
<p style="text-align:justify;">Pretendo mostrar se as autoridades sabem sobre o tempo curtíssimo dos semáforos de pedestres, o porquê desta situação persistir e se estão dispostos a mudá-la.</p>
<p style="text-align:justify;">São cem palavras. O resumo fala sobre o que eu estou pensando e sobre o que tratará o documentário. Cada sentença evoca idéias adicionais e sugere imagens que podem ser filmadas para formar as evidencias visuais do documentário. Mas este é apenas o primeiro rascunho. O Conceito envolve muita pesquisa e discussão e até sua versão final muitas alterações poderão ser feitas.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui está outro. Meu documentário “A young child is&#8230;” é um filme sobre o aprendizado em crianças em idade pré-escolar. Eu não tinha a menor idéia de como o filme começaria ou terminaria, nem como ele se pareceria. Mas eu tinha uma idéia básica sobre de que se tratava o filme, e o que achava que teria que fazer:</p>
<p style="text-align:justify;">O filme mostrará a tremenda quantidade de coisas que uma criança deve aprender por conta própria, antes mesmo de ir para o jardim de infância. Será demonstrado aos professores e aos diretores de escola (o público alvo do documentário) que as crianças não surgem do nada, já com cinco anos de idade, nos degraus da escola.</p>
<p style="text-align:justify;">Note que estas poucas colocações são para uso do documentarista. Elas são as idéias que devem direcionar todo o documentário. Não é isto o que você deve escrever como sinopse para apresentar aos órgãos financiadores. Esta deve começar com detalhes de um acidente com pedestres ou com um exemplo de aprendizado infantil fora da escola.</p>
<p style="text-align:justify;">O Conceito deve conduzir a imagens concretas que podem ser filmadas</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia do documentário deve ajudá-lo a desenvolver uma lista de tomadas para seu documentário. Deve sugerir onde você deve ir para filmar as evidências visuais de que você precisa. Deve levá-lo a imaginar os tipos de imagens de que você precisa e que representem o que você deseja mostrar em seu documentário.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando eu estava ensinado técnica de documentário com Sol Worth, este era o ponto que os alunos normalmente perguntam, “Como eu consigo fazer isso? Tudo depende do que vai acontecer quando chegar no local”.</p>
<p style="text-align:justify;">Então Sol responderia: “Apenas faça. Faça uma lista das cenas ideais para mostrar exatamente o que você deseja”. Esta lista, é claro, é apenas um instrumento de apoio para a observação e para a tomada de decisão na hora da filmagem. Não é para ir a campo e tentar encontrar exatamente as imagens que estão listadas. O exercício de listar as possíveis cenas a serem filmadas ajuda você a se preparar para reconhecer os tipos de imagem que você precisa quando elas aparecerem.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você não consegue fazer uma lista hipotética de tomadas baseadas em sua idéia de documentário, é porque essa idéia não está boa o suficiente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PLANEJANDO O DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Com uma boa idéia para um documentário , você deve ter muita confiança em sua capacidade de achar boas imagens &#8211; boas evidências visuais – para contar sua história. Mas isto ainda requer planejamento, para estar no lugar certo e na hora certa com a câmera ligada e focalizada. Se fosse fácil, qualquer um poderia fazer.Você tem que planejar:</p>
<ul>
<li>Que tipos de eventos devem ser filmados</li>
<li>Onde você deve ir para filmá- los</li>
<li>Quem – ou que tipo de pessoa – deve ser filmada</li>
<li>Que tipo de comportamento você está procurando</li>
<li>O que você precisa como background para as tomadas</li>
<li>Que tipo de depoimento – tanto de arquivos quanto de entrevistas – pode ajudar você a apresentar a idéia do documentário.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Um documentário sem planejamento Sem uma boa idéia do documentário e sem planejamento, você está como polícia e ladrão em num filme B: atiram para todo o lado e não acertam ninguém. É triste dizer, mas muitos documentários são feitos dessa maneira. Vou contar a história de um documentário<br />
que perdeu  seu rumo:</p>
<p style="text-align:justify;">Eu recebi um telefonema de um amigo, um produtor-diretor, que disse que sua companhia fez várias tomadas em vídeo documentando um evento único. Uma cadeia de restaurantes de Honolulu (Hawaii) abriu novas filiais e modernizou seu cardápio. Eles resolveram fazer um dia de comemoração pela abertura, e re-inauguração, de cinco de seus restaurantes. Houve a benção por um padre, música ao vivo, balões e prêmios em cada um dos restaurantes. Foram também distribuídos “passaportes” como prêmio aos fregueses sorteados.</p>
<p style="text-align:justify;">Os executivos da empresa percorreram todas as locações acompanhados por uma banda de jazz e a equipe de filmagem do meu amigo. Meu amigo me disse que um funcionário da firma se encarregaria de escrever o roteiro, mas acabou descobrindo que o cara não tinha a menor experiência como roteirista.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu descobri isso logo que vi as cenas filmadas. Apesar de haver duas equipes filmando ao mesmo tempo, e que o mesmo processo foi repetido em cada restaurante, as filmagens estavam maravilhosamente incompletas. Por exemplo, não havia sequer uma seqüência completa da benção do padre, nenhum pronunciamento completo de um dos gerentes da firma, nenhuma música completa da banda de jazz, nenhuma seqüência completa de um cliente premiado, e assim por diante. E os mesmos erros foram repetidos em cada restaurante.</p>
<p style="text-align:justify;">Quero lembrar que esta filmagem não foi feita por um bando de amadores. O trabalho foi feito por uma conceituada produtora de vídeo de Honolulu. A produção envolveu um produtor e um cameraman que já tinham criado vários comerciais premiados, mas que não tinham experiência em produções sem roteiro, especialmente em documentar um evento único. O problema é que eles não desenvolveram uma idéia clara do documentário, e por isso mesmo não fizeram um plano, uma lista de tomadas, ou mesmo uma lista de convidados a serem filmados.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;</p>
<p style="text-align:justify;">Mais informações, acesse: <a href="http://www.rc.unesp.br">http://www.rc.unesp.br</a></p>
<p style="text-align:justify;">NUPPAG – Núcleo de Pesquisa e Produção Audiovisual em Geografia – IGCE-UNESP/Rio Claro</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=36&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Leões e Cordeiros</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 14:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas & Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes L - M - N - O]]></category>

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		<description><![CDATA[RESENHA CRÍTICA &#8220;LEÕES E CORDEIROS&#8221; por Vinicius Vieira &#8211; vvinicius@hotmail.com LEÕES E CORDEIROS &#8211; (Foto Divulgação) CRÍTICA &#8211; LEÕES E CORDEIROS: Fazer do cinema algo mais que somente diversão não é algo fácil, principalmente, se isso se der na tentativa de retratar, naquela imensa tela, um momento específico de uma sociedade, deixando para as próximas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=35&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="style15" align="center"><span style="font-weight:700;font-size:11pt;">RESENHA CRÍTICA &#8220;</span><span style="font-weight:700;font-size:11pt;">LEÕES E CORDEIROS&#8221;</span><span style="font-size:11pt;"> </span><br />
<em><span style="font-size:x-small;">por Vinicius Vieira &#8211; <a href="mailto:vvinicius@hotmail.com">vvinicius@hotmail.com</a> <a href="mailto:ademir@cranik.com"><br />
</a></span></em><img src="http://xs221.xs.to/xs221/07475/leoesecordeiros.jpg" alt="" width="360" height="195" /><br />
LEÕES E CORDEIROS &#8211; (Foto Divulgação)</p>
<p class="style15" align="center">
<div class="style15"><span style="font-size:xx-small;"></p>
<p></span></div>
<p class="style15" style="text-align:justify;">
<p class="style15" style="text-align:justify;">CRÍTICA &#8211; LEÕES E CORDEIROS: Fazer do cinema algo mais que somente diversão não é algo fácil, principalmente, se isso se der na tentativa de retratar, naquela imensa tela, um momento específico de uma sociedade, deixando para as próximas gerações quase um documento. Robert Redford e seu “Leões e Cordeiros” não só consegue isso, como dá um show.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Mais que isso, o galã/lenda se dá ao direito de, durante uma hora e meia, discutir um assunto, e exorcisá-lo, como pouco gente fez, e provavelmente fará. Assistir o filme de Redford é uma garantia de sair dele, com uma nova, ou até uma reforçada, opinião sobre a vulga “Guerra Contra o Terror” que os Estados Unidos inflinge sobre o oriente médio.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">O diretor não cria um mosaico repleto de personagens com opiniões, mas sim, abre três frentes girando em torno dos soldados Arian Finch (Derek Luke) e Ernest Rodriguez (Michael Penã), que, durante uma operação no afeganistão ficam ilhados em uma gélida montanha, machucados e apenas esperando por socorro. Mudando de fuso-horário, indo para a capital dos Estados Unidos, o Senador Rebublicano Jasper Irving (Tom Cruise), nome forte para novo posto de comandante em chefe do país, concede uma entrevista exclusiva para a jornalista Janine Roth (Meryl Streep), a respeito de uma nova investida no afeganistão que acabará com a guerra.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Do outro lado do país, na California, o professor Stephen Malley (Robert Redford) recebe em sua sala o pouco aplicado Todd Hayes (Andrew Garfield), que ele acredita ter um potencial pronto para ser lapidado, do mesmo jeito que dois antigo alunos seus, que resolveram mudar o mundo entrando para o exercito.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Redford e o roteirista Matthew Michael Carnahan (irmão de Joe Carnahan de “Narc”), se preocupam em mostrar as três faces de uma mesma moeda: o lado da força armada, as peças no tabuleiro do jogo de xadrez manipuladas pelos políticos dentro de suas salas com ar-condicionado, e ainda um terceiro lado, os dos criadores de líderes nas universidades, que se esforçam para seus alunos enxergarem um mundo além das celebridades sendo presas (nesse caso abaixo, nas news bars dos noticiários).</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Ao final do filme, um quarto lado ainda se forma, o da mídia, presa em uma jaula construída por ela mesma, que praticamente desistiu de ir atrás da notícia e acaba sendo mais um braço de um governo manipulador e autoritário.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">O mais importante do filme, não é disseminar uma idéia, mas sim discutir pontos de vista, todos ali brigam por seus ideais, e aí reside a beleza do filme. Mesmo sendo obviamente contra a guerra, não faz do senador um antagonista, mas sim uma pessoa que faz o que acredita ser certo, que usa seu poder para levar seu país onde ele enxerga ser um horizonte de certezas.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">O momento que a jornalista fica sozinha na sala dele, o que se mostra é uma pessoa que se formou para ser aquilo que é, que vive para isso, e não um aproveitador barato, e mesmo sendo a voz da imposição contra a da razão da jornalista, o que acontece é um embate honesto, com dois lados formados e donos de suas verdades.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">“Leões e Cordeiros” é um filme em camadas, que vão sendo descascadas a frente dos olhos dos espectadores, sem se preocupar em ser certo ou errado, mas sim, em fazer as pessoas andarem sozinhas nesse mar de informação.</p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Um filme que cria uma discussão, coisa que pouco aparece, ainda mais com essa qualidade, em Hollywood, quase obrigatório para quem vive nesse mundo.</p>
<p>Ficha Técnica<br />
Título Original: Lions for Lambs<br />
Gênero: Drama<br />
Ano: EUA &#8211; 2007<br />
Distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation<br />
Direção: Robert Redford<br />
Roteiro: Matthew Michael Carnahan</p>
<p class="style15" style="text-align:center;">Cena do filme &#8220;LEÕES E CORDEIROS&#8221; &#8211; Foto divulgação</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://xs221.xs.to/xs221/07475/leoesecordeiros01.jpg" alt="" width="360" height="240" /></p>
<p class="style15"><strong>Crítico</strong>: <strong>Vinicius Vieira &#8211; Jornalista &#8211; <a href="mailto:vvinicius@hotmail.com">vvinicius@hotmail.com</a></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=35&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Paranóia</title>
		<link>http://cinemagister.wordpress.com/2008/04/19/paranoia/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 14:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas & Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes P - Q - R - S]]></category>

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		<description><![CDATA[RESENHA CRÍTICA &#8220;PARANÓIA&#8220; por Vinicius Vieira &#8211; vvinicius@hotmail.com PARANÓIA &#8211; (Foto Divulgação) Só tem uma coisa que atrapalha “Paranóia”&#8230; Hitchcock, sem “Janela Indiscreta” provavelmente o novo filme de DJ Caruso não existiria, e é exatamente essa existência que não deixa o filme decolar, mas isso também não o impede de ser bom e superar a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=34&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="style15" style="text-align:center;"><span style="font-weight:700;font-size:11pt;">RESENHA CRÍTICA &#8220;</span><span style="font-weight:700;font-size:11pt;">PARANÓIA</span><span style="font-weight:700;font-size:11pt;">&#8220;</span><span style="font-size:11pt;"> </span><br />
<em><span style="font-size:x-small;">por Vinicius Vieira &#8211; <a href="mailto:vvinicius@hotmail.com">vvinicius@hotmail.com</a> <a href="mailto:ademir@cranik.com"><br />
</a></span></em><img src="http://xs219.xs.to/xs219/07360/paranoia02.jpg" alt="" width="360" height="235" /><br />
PARANÓIA &#8211; (Foto Divulgação)<strong> </strong></p>
<p class="style15" style="text-align:justify;">Só tem uma coisa que atrapalha “Paranóia”&#8230; Hitchcock, sem “Janela Indiscreta” provavelmente o novo filme de DJ Caruso não existiria, e é exatamente essa existência que não deixa o filme decolar, mas isso também não o impede de ser bom e superar a maioria das expectativas.<br />
Isso tudo graças ao roteiro de Christopher Blandon e Carl Ellsworth, que parecem saber onde estão se metendo, e tomam o caminha menos arriscado, por conseqüência mais garantido, não refilmando o clássico e sim tentando mostrar o que o mestre do suspense poderia fazer se vivesse hoje e resolvesse dirigir mais um filme de terror adolescente (por mais arrepios que essa ultima frase possa me causar).<br />
Ao invés do fotografo com a perna quebrada, que, resumido ao seu apartamento, começa a bisbilhotar a vida da vizinhança pela janela dos fundos de seu prédio, até dar de cara com um suposto assassinato, temos o gesso substituído por uma daquelas caneleiras de prisão domiciliar dos Estados Unidos, o fotografa se transforma em um adolescente que agrediu o professor e precisa passar 90 dias em casa e que, ao tentar transformar seu ócio em algo produtivo, resolve se transformar no voyeur oficial do bairro, até dar de cara com um “suposto” vizinho que “supostamente” é um serial killer.<br />
È óbvio, que assim a primeira vista, mais parece uma cópia deslavada, mas no final das contas, o roteiro consegue se livrar disso (em parte, sempre fica aquele ranso de refilmagem), e, principalmente, sabendo que não quer fazer um clássico para o cinema, sim apenas mais um blockbuster esquecível. Criam um filme redondo e aparado, que se preocupa em desenvolver os personagens, sem deixar suas ações desnecessárias, criam um romancesinho para deixar tudo um pouco mais leve, e por fim, desacreditam os personagens, por que adolescente que se preze não pode ser levado a sério pelos adultos.<br />
Diante disso eles, conhecendo o público alvo, jogam na lata de lixo todas as suposições do clássico de Hitchcock, com a direção nada sutil Caruso ajudando em muito, e se sentem obrigados a esfregar na cara do espectador, entre muitas outras coisas, o acidente que muda a vida do adolescente, cansam de colocar a televisão falando sobre uma série de assassinatos, sem se preocuparem, momento nenhum, em deixar a dúvida se o vizinho é assassino ou não, além de sentirem a obrigação de criar um vilão presente, não um cara que o tempo todo você vê apenas de longe.<br />
Acertadamente atualizam a trama, lembrando para quem é o filme, por mais triste que isso possa ser.<br />
A verdade é que, essas mudanças são obrigatórias diante de um público atual, que na sua maioria esquece de pensar, e não se interessa mais por um filme que se passa em um quarto, onde até seus últimos cinco minutos não se sabe se o tal vizinho é um assassino ou não. Um público que não quer mais sutilezas, e precisa ser agredido visual e sonoramente.<br />
Portanto, não é “Paranóia” que é ruim, até faz bem aquilo que se propõe, é o grande público que não sabe mais o que é cinema.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
<strong>Título Original</strong>: Disturbia<br />
<strong>Gênero</strong>: Suspense<br />
<strong>Duração</strong>: 104 min.<br />
<strong>Ano</strong>: EUA &#8211; 2007<br />
<strong>Distribuidoras</strong>: DreamWorks SKG/Paramount Pictures/UIP<br />
<strong>Direção</strong>: D.J. Caruso<br />
<strong>Roteiro</strong>: Christopher B. Landon e Carl Ellsworth, baseado em história de Christopher B. Landon<br />
<strong>Site Oficial</strong>: <strong><a href="http://www.disturbia.com/" target="_blank">Clique Aqui</a> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Crítico</strong>: <strong>Vinicius Vieira &#8211; Jornalista &#8211; <a href="mailto:vvinicius@hotmail.com">vvinicius@hotmail.com</a></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cinemagister.wordpress.com/34/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cinemagister.wordpress.com/34/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinemagister.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinemagister.wordpress.com/34/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=34&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo Também é Aula: aspectos teóricos e práticos</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 14:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof Gasparetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos & Afins]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. César Augusto Nunes Há dez anos atrás comecei a montar uma videoteca e a trabalhar com documentários. Meus objetivos iniciais eram: ilustrar as aulas, torná-las diversificadas e interessantes; lançar mão de um instrumento perante o qual o aluno passava horas seguidas – a TV; escapar do &#8220;lousa, giz e saliva&#8221;. Algum tempo depois, passei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinemagister.wordpress.com&amp;blog=2350254&amp;post=26&amp;subd=cinemagister&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">Prof. César Augusto Nunes</p>
<p style="text-align:justify;">Há dez anos atrás comecei a montar uma videoteca e a trabalhar com documentários.</p>
<p style="text-align:justify;">Meus objetivos iniciais eram: ilustrar as aulas, torná-las diversificadas e interessantes; lançar mão de um instrumento perante o qual o aluno passava horas seguidas – a TV; escapar do &#8220;lousa, giz e saliva&#8221;. Algum tempo depois, passei a trabalhar também com filmes de ficção.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui, importa uma primeira observação, apesar de passar a idéia de um reflexo científico, exato, da realidade, o documentário também é produto de uma montagem, que em si já é uma interpretação, e o texto também é fruto de uma visão do mundo. As obras teóricas, em geral, não estabelecem uma distinção tão nítida entre os dois gêneros, o documentário e o filme de ficção.</p>
<p style="text-align:justify;">O documentário ou filme tem que ser preparado: assisti-lo previamente, anotar os aspectos importantes que ele possui, de acordo com seus objetivos, estando atento para todas as possibilidades que ele oferece. Um documentário ou um filme oferecem, não raro, muitas possibilidades de trabalho. Montar esquemas, retirar frases ou pensamentos significativos do documentário ou filme, intercalar frases ou pensamentos retirados de obras, textos ou do próprio professor, muitas vezes contraditórios com o filme ou documentário, importante para o debate na aula e com a obra de arte.</p>
<p style="text-align:justify;">É necessário também que o professor faça uma pesquisa prévia para observar se o documentário possui informações incorretas, lacunas, omissão de informações, etc. No caso de filmes, essa pesquisa prévia se coloca com mais intensidade. Por exemplo: não é possível trabalhar filmes sobre épocas ou acontecimentos históricos sem que o professor leia livros ou artigos, com riqueza de informações e detalhes, sobre essas épocas ou acontecimentos. É claro que nem sempre o professor terá condições de fazer uma pesquisa que esgote o assunto, mas ele deverá ter essa preocupação. Como é possível e mesmo importante que o professor selecione filmes que ele trabalhará anos seguidos, essa tarefa torna-se mais fácil. Aqui eu integro um componente que me parece fundamental do professor, ou seja, o seu caráter de pesquisador.</p>
<p style="text-align:justify;">O vídeo não pode simplesmente ser jogado para o aluno. Ele tem que estar profundamente ligado ao conteúdo que você trabalhou ou vai trabalhar. Com o tempo, eu passei a ter mais de um documentário ou filme para cada conteúdo que ensino e posso até selecionar o mais adequado para os alunos e para os objetivos. O vídeo também não é um momento para &#8220;relaxar&#8221;,para o simples entretenimento ou para &#8220;matar aula&#8221;, visão que por vezes persiste e até acontece, quando não planejada adequadamente.É claro, no entanto, que nunca se deve esquecer uma dimensão fundamental da arte que é a diversão e que representa um atrativo para o aluno.</p>
<p style="text-align:justify;">É necessário, primeiro, introduzir o vídeo, isto é, situar o que se vai ver e procurar despertar o interesse dos alunos. Essa introdução pode e deve ser criativa. Segundo, é necessário interromper a exibição toda vez que forem necessários comentários, explicações, interpretações, para que o aluno compreenda aspectos fundamentais do que ele está vendo, ou para chamar a sua atenção para aspectos que ele não observou, ou não observaria espontaneamente, ou ainda, quando se percebe que o grau de concentração está diminuindo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os documentários e filmes, embora não sejam uma panacéia para a interdisciplinaridade, podem e devem ser utilizados por dois ou mais professores de disciplinas diferentes. O importante é que os professores observem se há aspectos significativos relacionados com a sua matéria e estabeleçam uma preparação e estratégia conjuntas para o trabalho. Mesmo um filme aparentemente banal como O Outro Lado da Nobreza permite uma abordagem conjunta pelos professores de Português, Inglês, Ciências e História: aspectos da narrativa e relatório escrito dos alunos, aspectos da língua inglesa, História da Inglaterra no século XVII, Revolução Científica do século XVII e Iluminismo, doenças causadas por microrganismos ( bactérias, em especial), História da Medicina, desequilíbrio ecológico na sociedade atual, saneamento básico, doenças transmitidas por ratos, o preconceito contra o doente mental e os aidéticos, Ética, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">É possível abordar de forma bastante interessante os temas transversais através de documentários e filmes. Professores de duas ou mais disciplinas podem trabalhar um tema ou temas transversais, sem prejuízo da abordagem de temas diretamente relacionados com suas disciplinas, no mesmo documentário ou filme. As possibilidades são múltiplas e riquíssimas. Penso ter dado uma pequena demonstração no exemplo acima.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho com documentários e filmes não exclui, pelo contrário integra, outros componentes do trabalho pedagógico, como, por exemplo: a) o uso da lousa para esquemas, frases e anotações, que o professor poderá fazer antes ou ao longo da exibição, ou ao final; b) dependendo da necessidade do documentário ou filme, a utilização de um mapa; c) o uso de textos relacionados com o documentário ou filme e não só o livro didático; d) o uso de artigos e reportagens de jornal. Por exemplo: o ano passado foi lançado o filme O Resgate do Soldado Ryan, ao mesmo tempo o Caderno &#8220;Mais!&#8221; da Folha de São Paulo trouxe quatro artigos polêmicos comentando o filme. Nada mais natural do que orientar os alunos para que assistissem ao filme, ainda não havia sido lançado em vídeo, o que já aconteceu, fizessem um relatório integrando criticamente os comentários do jornal e uma pesquisa sobre o Dia D e a Segunda Guerra com base em enciclopédias e livros. O ano passado fiz esse trabalho com quatro oitavas séries, este ano repeti com dez terceiros colegiais.</p>
<p style="text-align:justify;">Em relação ao documentário, o filme possui algumas vantagens. As mais importantes são o envolvimento emocional dos alunos e o interesse em saber como termina. O envolvimento emocional faz parte da própria magia do cinema e da sua &#8220;ilusão de realidade&#8221;. Através desse envolvimento emocional e do interesse em acompanhar o filme até o fim, é possível levar o aluno a interessar-se e a trabalhar os assuntos relacionados com o filme. O fato de ser mais fácil envolver emocionalmente o aluno com o filme, não quer dizer que isso não seja possível com um documentário. Há muitos documentários em que é possível obter isso. Não há como não levar as crianças a recusar a nossa era atômica ao verem as crianças de Chernobyl, documentário que permite uma abordagem por História, Ciências, Geografia (Ética e Cidadania), no mínimo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado o envolvimento emocional do aluno é tudo e quando ele &#8220;sofre&#8221; com a perspectiva, por exemplo, de que a protagonista de O Nome da Rosa poderá ser queimada, junto com a angústia do protagonista, é o momento adequado não só para mostrarmos uma intolerante sociedade medieval, mas principalmente para fazê-lo sentir a intolerância, e a negação da vida no pisotear da liberdade na nossa própria sociedade. É o momento adequado para fazê-lo sentir a morte dos milhões de &#8220;diferentes&#8221; e não só &#8220;Em Nome de Deus&#8221; nos nossos tristes tempos. Todo professor já sentiu o brilho no olhar dos alunos e o quanto aí a educação se faz e se torna vida. Não acredito em Educação sem emoção.</p>
<p style="text-align:justify;">No que diz respeito ao discurso cinematográfico, é importante que o professor se preocupe em ir assimilando os vários elementos dessa linguagem, colocando-os para os alunos sempre que for possível.</p>
<p style="text-align:justify;">É fundamental discutir que por traz do filme de ficção ou do documentário existe alguém que fala e que esse alguém na maioria das vezes não aparece. George Lucas não produz apenas uma inocente e maravilhosa diversão com o seu Guerra nas Estrelas, mas reproduz igualmente a sua visão elitista sobre o governo dos homens. Por trás da emoção maravilhosa de um pai que protege seu filho em qualquer circunstância do &#8220;A Vida é Bela&#8221;, nos temos que nos perguntar: Eram assim mesmo os campos de concentração nazistas? É possível, mesmo nas mais terríveis circunstâncias, protegermos o nosso rebento da terrível crueldade humana e fazê-lo viver um conto de fadas? A força do pensamento positivo tudo pode? Spielberg rompe com os filmes tradicionais de Hollywood nas imagens tremendamente realistas sobre o desembarque do Dia D, mas não rompe com a visão patriótica desses mesmos filmes.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, estaremos incorporando a arte não só como diversão em nossas aulas, mas como reflexão.<br />
Ao incorporarmos a discussão sobre o discurso cinematográfico em nossas aulas com vídeo, estaremos dando aos alunos elementos para que reflitam criticamente não só sobre os filmes a que assistem, mas também sobre a linguagem televisiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem já não se irritou profundamente de ver que os alunos e pais assistem acriticamente os &#8220;Ratinhos&#8221; da vida, ou os apresentadores maravilhosos, a destilar puro veneno ideológico, ou os nossos telejornais apresentarem-se como &#8221; o espelho do mundo, no qual você confia&#8221;, slogan propagandeado pelo Jornal O Estado de São Paulo há alguns anos atrás, uma verdadeira jóia da pretensa neutralidade e objetividade jornalísticas.</p>
<p style="text-align:justify;">É fundamental no trabalho com vídeo sempre um retorno, de preferência escrito, por parte do aluno. Nunca o vídeo deve apenas ser assistido pelo aluno sem nenhum compromisso. Por outro lado, também não basta dizer aos alunos que anotem o que considerarem mais importante. É necessário nas questões, frases, pensamentos, introduções criativas, intervenções, etc., que o professor coloca ao trabalhar o vídeo, orientá-los quanto ao acompanhamento e à reflexão que eles devem ter. Com o tempo eles se acostumam e já sabem até o que se espera deles. Claro, a orientação do professor não deve tolher a autonomia de visão dos alunos ao assistirem a um filme. Aliás, essa autonomia muitas vezes nos surpreende maravilhosamente, quando eles observam aspectos que nós mesmos observamos, ou mesmo fazem intervenções bastante críticas, ou seja mobilizam a sua experiência de vida para o diálogo com o filme e para com o professor, elemento importantíssimo para que a educação ocorra, como todos sabem.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem múltiplas formas de avaliação que podem ser utilizadas para o trabalho com vídeo e o professor deve buscar aquela ou aquelas que se ajustam melhor aos seus objetivos. Na maioria das vezes, prefiro os relatórios em grupo, que são preparados após o debate geral e as colocações finais após a exibição do vídeo, depois orientados na aula seguinte em que eles se reúnem em pequenos grupos para comparar suas anotações, discutir e integrar criticamente os textos de apoio, com redação própria, para finalizar os relatórios. Além disso, é possível avaliar suas anotações individuais ou relatórios individuais, sua participação nos debates e observações, e mesmo incorporar elementos dos vídeos e do trabalho com os vídeos nas provas.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos aspectos teóricos importantes de um filme, é que ele sempre está voltado para o momento em que é feito. O cineasta é sempre, conscientemente ou não, um homem do seu tempo e mesmo temáticas históricas ou de ficção científica, possuem sempre um vínculo com o presente. Esse vínculo com o presente é sempre importantíssimo para a discussão e, muitas vezes, fundamental para o desnudamento ideológico e político da obra.</p>
<p style="text-align:justify;">Além dos elementos que coloquei neste texto como dedicação, pesquisa, preparação prévia, etc., que devem, acredito, fazer parte do trabalho do professor, gostaria de incluir também uma bibliografia comentada para o trabalho com vídeo. A dimensão dialética do trabalho prático é importantíssima no meu modo de ver. Não acredito em práticas sem reflexão teórica e vice-versa.</p>
<p style="text-align:justify;">
Bibliografia Comentada e Recomendada</p>
<p style="text-align:justify;">1. No Escurinho do Cinema , IN : Revista Nova Escola. Nº 114, agosto de 1998, Fundação Victor Civita.<br />
Essa matéria conta com a participação de Elias Thomé Saliba, professor da USP, e de Marialva Monteiro, professora do CINEDUC, que discorrem sobre alguns aspectos teóricos da linguagem cinematográfica e do trabalho com filmes na escola. Além disso, a matéria relata importantes experiências práticas do trabalho com filmes em Escolas de Ensino Fundamental, em trabalhos conjuntos de professores de diferentes disciplinas, dando, ainda, exemplos práticos de filmes que foram utilizados.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Era uma vez o Cinema. Edições Melhoramentos. Esse pequeno livro deve estar disponível nas salas de leitura pois faz parte do PNLD 99. Trata-se de um livro maravilhoso em concepção interativa e extremamente agradável destinado às crianças. Traça uma história do cinema e coloca aspectos fundamentais da linguagem cinematográfica, incluindo os efeitos especiais computadorizados. Pode e deve ter sua leitura indicada para os alunos.</p>
<p style="text-align:justify;">3. BERNARDET, Jean Claude. O Que é Cinema. Nova Cultural &#8211; Brasiliense. Coleção Primeiros Passos. São Paulo, 1985. O autor é um consagrado crítico e professor de cinema. Coloca neste livro para iniciantes aspectos fundamentais da história do cinema e das principais estéticas cinematográficas, discutindo também a linguagem cinematográfica e sua ideologia.</p>
<p style="text-align:justify;">4. FURHAMAR, Leife e Isaksson, Folke. Cinema e Política. Tradução : Julio Cesar Montenegro, Ed. Paz e Terra, RJ, 1975. Os autores discutem neste livro aspectos da linguagem cinematográfica relacionada a seu &#8220;conteúdo político consciente ou inconsciente, escondido ou declarado&#8221;. Ou seja, trata-se dos conteúdos ideológicos – políticos presentes, em maior ou menor escala, nos filmes. O livro traça também a história do cinema e da propaganda política, discute a estética e a linguagem cinematográficas. Além disso, analisa o conteúdo político e a estética de vários filmes clássicos feitos em várias épocas do cinema e em vários regimes políticos: Estados Unidos, Alemanha Nazista, ex- União Soviética, etc..</p>
<p style="text-align:justify;">5. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. Ed. Paz e Terra, RJ, 1977. Este livro trata de forma bastante aprofundada e complexa a linguagem e a estética cinematográficas. Trata-se de uma obra muito mais destinada a cursos superiores de comunicação na área de cinema, mas pode ser lido por quem deseje uma compreensão aprofundada da arte cinematográfica.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
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